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Breaking

por João Lamy da Fontoura, em 10.09.16

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Pondera-se, ainda, que os treinos físicos das tropas de elite tenham lugar, apenas, entre as 9 e as 17 horas, só com temperaturas entre os 16 e os 23 graus Celsius. Decidida está, já, a determinação anual, mediante portaria conjunta dos ministros das Finanças e da Defesa, dos períodos em que podem ter lugar invasões terrestres e ataques aéreos no território nacional. Tal determinação deve decorrer de um procedimento administrativo participado, sendo garantido, nos termos da Constituição, o direito de audiência prévia dos interessados, incluindo os potenciais invasores e as associações de militares das forças aéreas inimigas. Fonte ligada ao Governo assegura que se trata de um passo essencial na sujeição efectiva da actividade militar a parâmetros mínimos de juridicidade, em linha com a Convenção Europeia dos Direitos do Homem.

(Imagem: Expresso, 10.09.2016)

 

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E a Força quase, quase a despertar...

por João Lamy da Fontoura, em 12.12.15

 

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Dia da Liberdade

por João Lamy da Fontoura, em 01.12.15

 

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Momento Zandinga? (1)

por João Lamy da Fontoura, em 20.11.15

Cavaco recusa dar posse a Costa e invoca impossibilidade de convocação de novas eleições para renunciar, afirmando que não deseja bloqueios. Ferro Rodrigues, Presidente da AR, passa a PR interino. Ouve toda a gente numa manhã para não perder tempo e indigita Costa. Entretanto, o PCP não retira as propostas de lei sobre a reversão da privatização dos transportes e agenda um debate potestativo no Plenário da AR. O Presidente interino da AR é da Coligação e marca o debate para a véspera da apresentação do programa de Costa. O PS abstém-se e as propostas do PCP são chumbadas pela Coligação. O PCP diz que assim não pode ser e apresenta moção de rejeição do programa de Costa. A Coligação invoca a ilegitimidade de Costa e vota a favor da moção do PCP, dizendo que isto é a democracia parlamentar a funcionar. Costa cai.

E agora, Ferro?!

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Portugal 2015-????

por João Lamy da Fontoura, em 11.11.15

Isto, agora, vai ser assim...

 

 

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Momento culinário: do lume brando

por João Lamy da Fontoura, em 10.11.15

 

Basta ir ver a receita.

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Só abre a caixa de Pandora quem quer

por João Lamy da Fontoura, em 08.11.15

Neste romance de cordel que é o processo de formação do (des)governo da esquerda têm sido apresentados variadíssimos argumentos em abono de perspectivas muito diversas. Não cabe aqui recuperá-los, até porque todos os conhecemos.

Há, contudo, alguns argumentos que acabam por desculpabilizar quem, estando à beira do precípio, se prepara para dar um salto em frente (o que não me preocupa), mas levando o País atrás (o que, pelo contrário, me incomoda). Trata-se dos argumentos supostamente ancorados na Constituição e em alegados compromissos ou convenções com um pretenso valor vinculativo. E é assim que se diz que se imporia entregar o Governo ao partido mais votado, ou que um acordo (ou dois, ou três!) pós-eleitoral à esquerda seria inaceitável.

Percebo, mas não subscrevo. Primeiro, espanta-me que, na primeira contrariedade, a direita que gosta de criticar - e, muitas vezes, bem - a Constituição, não resista a invocá-la para criticar as opções da esquerda. Segundo, porque permitir que esses pontos de vista se tornem centrais desloca a discussão para um plano supostamente jurídico, quando o problema deve ser colocado, primacialmente, no nível político.

Ora, apostar numa suposta ilegitimidade ou inconstitucionalidade de um acordo (ou dois, ou três!) pós-eleitoral à esquerda é entregar os pontos... à esquerda. Desde logo, porque não se vislumbra como sancionar essa suposta ilicitude. Depois, porque seria estranho que a Lei Fundamental dum país livre impedisse determinados partidos de apoiarem o Governo - um argumento potencialmente improcedente, portanto.

Mas o principal problema de colocar a questão nestes termos é outro: ele permite que quem teve a ideia (peregrina!) de formar um Governo à esquerda se apresente como derrubador de muros e libertador do sistema, contra o suposto bafio da pretensa Reacção. E, só por aí, correndo algo mal (e a experiência tem tudo para correr mesmo muito mal!), sempre os iluminados poderiam proclamar a quebra do bloqueio à esquerda como algo de positivo.

Pelo contrário, reconhecer que a Constituição está mais próxima de ser neutra do que de ser parcial em matéria de formação do Governo permite assestar baterias para onde mais interessa: para o plano da responsabilização política de quem passa do 25 de Novembro para o 11 de Março e solta todos os tons de vermelho para que se dispersem por onde entendam.

Não lhes atiremos essa bóia constitucional para que se lhe agarrem quando o naufrágio chegar. Só abre a caixa de Pandora quem quer. Essa responsabilidade não deve ser diminuída. Principalmente quando quem nos diz que está a derrubar muros está, afinal, a saltar de um lado da barricada para o outro. 

 

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Muros de Berlim

por João Lamy da Fontoura, em 17.10.15

Dizer que uma coligação de esquerda em Portugal é como derrubar o que restava de pé do Muro de Berlim é uma maneira de ver as coisas. Um tanto hiperbólica, mas isso são outros quinhentos. A questão é que, da outra vez, picaretar o Muro serviu para o Ocidente avançar para o Leste, mas acabar, agora, com o que supostamente dele permanecia, serve para a onda vermelha vir para o Oeste...

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Momento Patriótico

por João Lamy da Fontoura, em 17.10.15

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Pergunta para queijo (1)

por João Lamy da Fontoura, em 10.10.15

O vídeo que se segue reporta-se a evento característico de que ano?

 

Tem a certeza?

As aparências, por vezes, iludem! Vamos às ajudas! O evento retratado reporta-se ao ano de:

  • Opção 1 - 1911?
  • Opção 2 - 1975?
  • Opção 3 - 2016?

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"Aqui importa-se tudo. Leis, ideias, filosofias, teorias, assuntos, estéticas, ciências, estilo, modas, maneiras, pilhérias, tudo vem em caixotes pelo paquete. A civilização custa-nos caríssimo, com os direitos de Alfândega: e é em segunda mão, não foi feita para nós, fica-nos curta nas mangas..."
Eça de Queiroz, in Os Maias




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