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Vídeo inédito de João Soares no Ministério da Cultura

por João Lopes Aleixo, em 07.04.16

O Senatus teve acesso a um vídeo inédito de uma recepção de João Soares a jornalistas no ministério da cultura.

 

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Não é nada meu...

por João Lopes Aleixo, em 28.03.16

Não sei porquê mas faz-me lembrar umas escutas que ouvi há umas semanas atrás... 

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Fugiu-lhe a boca para a verdade

por João Lopes Aleixo, em 29.01.16

A usurpação do poder tem destas coisas, no debate quinzenal de hoje, por duas vezes, Antonio Costa dirigiu-de a Passos Coelho como "senhor primeiro-ministro"...

Fugiu-lhe a boca para a verdade.

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Orçamento - Literatura de ficção

por João Lopes Aleixo, em 28.01.16

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Créditos: Henricartoon

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O que acontece quando a realidade nos começa a alcançar...

por João Lopes Aleixo, em 26.01.16

Fitch diz que o rascunho do Orçamento pode ser “irrealista” e ameaça descer o rating!

Mas aparentemente não temos com o que nos preocupar porque o João Galamba, a grande eminencia parda, diz que a Fitch está a comparar "alhos com bugalhos".

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Noite de eleições

por João Lopes Aleixo, em 24.01.16

A verificarem-se as projecções, não há surpresas quanto à vitória do Marcelo Rebelo de Sousa.

No entanto, o resultado de 4 candidatos merece alguma reflexão:

- Maria de Belém: obtém um resultado humilhante. A campanha foi má e a questão das subvenções não terá ajudado;

- Vitorino Silva: um resultado impressionante, à frente de Edgar Silva... Enfim, muito haveria a dizer sobre este resultado;

- Marisa Matias: grande campanha, a melhor, que se materializa num óptimo resultado. Mais um grande resultado para o BE após as legislativas de 2015;

- Edgar Silva: péssimo resultado. Estou certo que irão celebrar a vitoria, mas mais uma vez ficam atrás do bloco e o futuro não se afigura risonho. Grandes reflexões se avizinham para o comité central. 

Veremos os resultados finais.

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O passado, presente e futuro do CDS

por João Lopes Aleixo, em 15.01.16

Foi anunciada ontem a candidatura da Assunção Cristas à presidência do CDS, antecedida pela confirmação por parte do Nuno Melo de que não seria candidato e que apoiaria Assunção Cristas. As razões apontadas para esta não candidatura pareceram-me fracas, algumas coisas que foram deixadas no ar não me parecem ter sido oportunas mas, no final, considero ter sido uma boa decisão para o futuro do partido.

Falando do futuro do CDS enquanto partido, assunto que verdadeiramente interessa debater, muito se tem dito ao longo dos anos e se voltou a dizer nos último tempos, após Paulo Portas ter anunciado que não se vai recandidatar ao cargo de presidente do CDS.

Dos vários cenários debatidos, muitos têm apregoado e antecipado o fim do partido. O desaparecimento do CDS enquanto partido independente, com autonomia estratégica, personalizado e com agenda própria.

Confesso que, quando em Agosto do ano passado, vi as imagens da festa do Pontal, senti uma sensação estranha, vi-me por momentos a dar razão aos profetas da desgraça. Aquele Paulo Portas em 2º plano, subserviente e alinhado, pareciam uma capitulação. Teria o CDS se transformado num apêndice do PSD, sendo o início de uma anexação? Estava o CDS a transformar nos verdes da direita? Tudo isto causou-me uma dissonância cognitiva que me custou a ultrapassar. Mas os tempos e os desafios assim o exigiam e a atitude percebe-se.

Considero que, independentemente de alguns acontecimentos recentes e de a sucessão de Portas ser realmente um desafio gigantesco, parafraseando Mark Twain, considero que as notícias da morte do CDS serão manifestamente exageradas. Revejo-me mais no que refere o Filipe Anacoreta Correia, esta é sim uma grande oportunidade.

O CDS foi essencial nestes mais de 40 anos de democracia e faz falta à política nacional!

É esta a altura de ultrapassar definitivamente alguns fantasmas que perseguem o CDS, como o facto da personificação do partido no seu líder, da ideia de que só existe porque o PSD tem/teve a delicadeza de o levar a reboque, de que está a voltar a ser o partido do táxi, entre outras.

O desafio é enorme, mas o CDS provou que consegue enfrentar desafios difíceis e tem pessoas bem preparadas para o fazer. Se terá a pessoa certa e preparada para ser o líder de todo este processo… isso já é outro assunto.

Está na altura do partido se redefinir e orientar estrategicamente.

O CDS ao longo destes mais de 40 anos de existência tem perdurado, mas com muitos altos e baixos e muitas reorientações estratégicas e nos seus posicionamentos. No seu  início assumiu-se como um partido indispensável à direita, que temia a mudança. Em 1976 é o único partido a votar contra a constituição, atingindo o melhor resultado de sempre. Mais tarde, com Lucas Pires, quando o partido estava a atravessar uns momentos difíceis, reinventa-se com um posicionamento mais moderno e liberal. Com Adriano Moreira assume-se como conservador e social-cristão. Assume-se ao centro com Freitas do Amaral. Com Portas foi defendo causas que lhe permite afirmar-se e reforçar-se e confunde-se com o seu líder, no bom e no mau… A verdade é que todas estas mudanças fazem com que ninguém perceba nada e tenha dificuldade em rever-se neste partido.

O partido não pode ter orgulho e deve olhar seriamente para o facto de em 6 presidentes, 3 terem abandonado o partido e muitos dos que estiveram na sua fundação também o terem feito.

Lembro-me, reflexo de tudo isto, na altura da liderança do Manuel Monteiro, em que o meu Avô quando questionado por mim quanto ao seu partido, me respondia “O meu partido já não existe”, e eu perguntava-lhe então que partido era esse que tinha desaparecido e ele respondia-me “o CDS!”.

Tudo isto não é positivo para o CDS!

O CDS tem de ser um partido que seja mais, tem de ser mais, do que o seu líder, que tenha uma autonomia estratégica e que se afirme, como já o fez no passado, pelas suas ideias. Que seja um agente de mudança para a situação grave e preocupante que se vive actualmente em que os eleitores não se revêem na politica e nos partidos e em que se assiste à decadência de uma série de instituições.

Há que construir um novo rumo baseado na essência do CDS, nos seus princípios fundadores. O ponto de partida, na minha opinião, está nos estatutos do CDS (artº 2), tem de ser um modelo assente nos valores éticos, sociais e democráticos do humanismo personalista de inspiração cristã, que se perderam em grande parte nos últimos anos, adaptado e focalizado em dar respostas aos desafios actuais.

O Congresso dos próximos dias 12 e 13 de Março será com toda a certeza determinante para o futuro do partido.

P.S.: Já agora deixem lá cair do "PP" do CDS-PP... sempre me irritou.

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O poder oculto

por João Lopes Aleixo, em 18.12.15

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Na sequência dos posts que fiz nos último dias sobre o "Sócrates Show" (aqui e aqui), na TVI, deixo-vos na integra o artigo de hoje do Vasco Pulido Valente, no Público.

Não escrevi uma palavra sobre José Sócrates desde que o prenderam. Mas como ele resolveu agora ir à televisão explicar a sua história, um pequeno comentário não é abusivo. Segundo o eng. Sócrates, por razões que permanecem obscuras, o Ministério Público, um procurador desnorteado, um juiz de instrução particularmente acintoso, 40 e tal juízes de instâncias superiores, o jornal “Correio da Manhã” e a revista “Sábado” armaram uma conjura para o “cobrir de lama”. Por detrás destes malvados, de que toda a gente conhece a cara, está, como devia estar, a “direita”, um “poder oculto” que governa Portugal, com a insinuação e a mentira. Foi a “direita” que inventou a bancarrota de 2010, foi ela que inventou a “vida faustosa” com que Sócrates se consolava em Lisboa e Paris, foi ela que babou o inexplicável boato de que existiria uma certa discrepância entre os rendimentos e as despesas do martirizado Sócrates.

E a coisa não fica por aqui. Com a coragem que toda a gente lhe conhece, Sócrates também disse que a “questão Freeport” e uma semi-questão, ainda misteriosa, de “escutas”, tinham sido incitadas por Santana Lopes, na altura primeiro-ministro, e pelo próprio Presidente da República. Porquê? Porque queriam que o PS perdesse as legislativas de 4 de Outubro e não queriam que Sócrates se candidatasse a Belém. Quando se chegou a Novembro de 2014, o desespero dos “conspiradores” já roçava a histeria e, sem a menor hesitação, mandaram meter Sócrates nos calabouços de Évora e, sem qualquer justificação legal, lá o conservaram aferrolhado durante um ano, enquanto o “Correio da Manhã” por ordem da direita “oculta” acumulava calúnias sobre a sua cabeça.

A longa narração de Sócrates deixou um certo público comovido. É muito possível que ninguém ainda tenha avisado Sócrates que ele estava politicamente morto e que jamais tornaria a ser eleito para contínuo da mais remota freguesia de Portugal. Ele, coitado, continua a achar que é uma força: opina sobre o PS, critica a estratégia eleitoral de Costa e não esconde o seu desprezo pela direita. Mas, de quando em quando, num intervalo lúcido, manifesta a suspeita de que a sua “narrativa” (como ele diz) não parece muito convincente. E, nesses momentos, atribui a sua desgraça ao “ódio pessoal” de alguns serventes do Diabo ou a uma força que ele confessa não compreender. Nós compreendemos; e mais do que isso gostávamos muito de mudar de assunto.

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A Tap de Costa

por João Lopes Aleixo, em 18.12.15

António Costa afirmou que "TAP volta para o Estado, com ou sem acordo".

Devem ser saudades... das greves, de uma empresa em falência técnica, de uma empresa ingerível e da dívida de mil milhões de euros.

Vai sair barato reverter este negócio. Estou certo que será mais um item a adicionar à longa conta que teremos de pagar como resultado desta troika de esquerda.

Estamos também a passar uma bela mensagem aos potenciais investidores que venham a negociar com o estado no futuro: "compras, pagas e depois logo vemos se ficas com isso". Até vão fazer fila. Grande Kosta!

O que é preocupante é que ainda agora começaram...

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Tap - De braços fechados

por João Lopes Aleixo, em 17.12.15

À saída da reunião com o ministro do Planeamento, Pedro Marques, David Neeleman e Humberto Pedrosa afirmaram que não estão disponíveis para serem minoritários na TAP.

O governo pretendia que aceitassem ser sócios minoritários, com 49% da companhia aérea, revertendo o acordo da venda directa de 61% do capital da TAP, assinado no passado dia 12 de Novembro entre a Parpública, empresa gestora das participações públicas, e o consórcio Gateway.

David Neeleman afirmou, "Estamos a investir muito nesta causa de salvar a TAP", sublinhando várias vezes que "vamos cumprir o nosso contrato".

Como podem, David Neeleman e Humberto Pedrosa, não estar interessados em devolver o controlo da empresa ao Governo que tão bem a geriu durante tantos anos? Que conseguiu criar, resultado da sua excelente gestão, uma dívida de mil milhões de euros? Ouvi dizer que o Fernando Pinto já tem saudades. Que miopia, não se percebe... (ler com grandes doses de sarcasmo)

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"Aqui importa-se tudo. Leis, ideias, filosofias, teorias, assuntos, estéticas, ciências, estilo, modas, maneiras, pilhérias, tudo vem em caixotes pelo paquete. A civilização custa-nos caríssimo, com os direitos de Alfândega: e é em segunda mão, não foi feita para nós, fica-nos curta nas mangas..."
Eça de Queiroz, in Os Maias




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