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Última Hora - Portugal fora do Euro 2016

por João Monge de Gouveia, em 09.10.15

A Dinamarca, a Albânia e a Sérvia anunciaram que vão juntar os pontos, e estar presentes no Europeu em coligação.
Portugal tem apenas 18 pontos, enquanto a nova coligação soma 27

 

 

(Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência) 

 

Fonte - Facebook

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Há coisas que convém relembrar a quem come muito queijo

por João Monge de Gouveia, em 21.02.15

Há que relembrar a história entre Grecia e Portugal http://observador.pt/2015/02/20/1985-quando-grecia-exigiu-mais-dinheiro-para-aceitar-portugal-na-cee/

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é de valor, de muito valor - Parabéns!!

por João Monge de Gouveia, em 20.11.14

Portugal reonhecido com 17 estrelas Michelin.

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«Brumas da Memória» (1)

por João Lamy da Fontoura, em 27.10.13

De vez em quando, saltam do baú textos com décadas que bem poderiam ter sido escritos hoje - e que deveriam poder continuar a sê-lo daqui a outros tantos anos. Eis um exemplo:

«O Colégio [Militar] tem isto de simpático: nele, o espírito militar não subalterniza o espírito civil, de forma que os rapazes saem daqui, a um tempo, soldados e cidadãos, como cumpre a democracia que, não só pela força, mas também pelo prestígio, precisa de defender-se e progredir».

Isto foi manuscrito pelo Presidente da República António José de Almeida - por sinal o único presidente da I República que terminou o seu mandato - no Livro de Honra do Colégio Militar em 16 de Outubro de 1919. Terá o Chefe do Estado a hipótese de, daqui a outros noventa e quatro anos, voltar a escrever palavras como estas naquele mesmo livro? Oxalá que sim!

 

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A voz aos convidados - "A cultura da Tristeza"

por João Monge de Gouveia, em 21.10.13

"Era uma vez um país onde se plantava tristeza. O solo era fértil e, por todo o lado, nasciam árvores de cujas flores brotavam lágrimas frescas e salgadas, as quais, ao caírem no solo, tornavam-no ainda mais ávido de tristeza. Um dia as pessoas fartaram-se de cultivar tristeza. Tinham a alma vazia e ousaram sonhar em cultivar outra coisa. Vai daí, decidiram que iriam começar a cultivar esperança, sonhos e até mesmo ideais. A cultura das lágrimas era ainda muito rentável naquela altura mas as pessoas preferiam ficar a sonhar até tarde do que passar o dia todo a recolher lamentos, pelo que, encheram-se de coragem, e decidiram que iriam transgredir as ordens de quem mandava plantar tristeza.

Ora, passados uns anos de transgressão, o sol brilhava alto e havia sonhos, esperança, ideais que brotavam da terra, contra tudo e contra todos. Naquele país, porém, nem tudo era maravilhoso e idílico, o pão tinha um preço, a habitação, a escola, os hospitais, os tribunais. Enfim, os sonhos ainda não se vendiam mas os carros, as casas, as roupas e a alimentação sim. Não obstante, as pessoas continuavam a sonhar porque dispunham das coisas materiais de que precisavam e a velocidade a que viviam dava-lhes a possibilidade de encher os pulmões, com o tempo necessário para pensar. Tinham uma casa que iam pagando pouco a pouco ao banco, tinham escola para os filhos, tinham alimentos e sabiam que apesar de se sacrificarem para ganhar dinheiro através de um emprego qualquer e pagar as contas no final do mês, ainda lhes restava espaço na alma para sonhar ao final do dia. Sim, ao final do dia, já cansados, podiam olhar para o futuro e ver alguma alegria numas férias passadas em família, numa prenda para oferecer a alguém ou até mesmo numa qualquer rede de segurança bancária para o amanhã dos filhos.

Ao princípio, sonhar era barato, todos os habitantes podiam sonhar e todos podiam plantar a esperança que quisessem, não havia restrições. Pouco a pouco, por influência de quem mandava nas leis daquele país foi fixado um preço ao sonho e aos ideais e em poucos anos o preço aumentou de tal forma que sonhar se havia tornado pertença de uma elite.

Essa elite sonhava sonhos caros simplesmente porque podia adquiri-los.

Umas vezes adquiria-os pela via do seu trabalho honesto, outras vezes conseguia comprar sonhos de forma ilícita, usando a sua influência para, por portas e travessas, conseguir obtê-los. No entanto, naquele país, alguém tinha enxertado o sonho com um valor monetário e portanto os sonhos já nasciam nas mentes daquela gente com preços e códigos de barras e já não era possível plantar livremente esperança e sonhos sem que, para isso, não se dispusesse de uma abastada conta bancária e do respetivo cartão de crédito ou de um catálogo onde se pudesse ver uma fotografia do sonho desejado.

Sucede que de um momento para o outro, alguns notáveis supra nacionais e extremamente poderosos, pertencentes às elites das elites, decidiram jogar um jogo.

O jogo consistia em comprar e vender secretamente países uns aos outros e usar os mesmos para que estes lhes pudessem fornecer mais dinheiro, o qual serviria para comprar ainda mais sonhos, para uso exclusivo, evidentemente. Ora, enquanto que uns perdiam o jogo e outros ganhavam, brincando com as vidas de várias populações, alguns notáveis decidiram que o dinheiro do país de que falávamos valesse tanto como grãos de areia.

No entanto estipularam também que sonhar demais era perigoso e portanto decidiram manter os preços da esperança e dos sonhos exorbitantes, apenas acessíveis a quem pudesse respeitar as regras que eles imporiam.

Como era de calcular, no pequeno país que antigamente plantava tristeza gerou-se o caos…as pequenas elites daquele país não tinham mais dinheiro para adquirir sonhos e aqueles que antes conseguiam adquiri-la limitavam-se agora a trabalhar para que outros pudessem adquiri-los na vã esperança de conseguir uma migalhinha de sonho. Alguns escolhiam o caminho da ilusão, enganavam os pobres trabalhadores prometendo-lhes um futuro radiante e recolhendo votos para poder ser a voz dos que mais precisam de ser ouvidos mas, no preciso momento em que se sentavam nas cadeiras do poder, sentiam o rabo pesado e a voz embargada, embriagados com alguns sonhos que adquiriam e subitamente esqueciam-se da razão pela qual haviam sido eleitos e começavam a cacarejar palavras vazias sobre o estado da nação blá blá blá... Outros faziam alianças com as elites das elites vendendo-lhes a alma e prometendo cooperação na tarefa de criar servos e trabalhadores sem esperança.

A degradação da mente ia se instalando nos corações daquele gente que antigamente plantava esperança e por entre programas de televisão para símios e literatura feita à base de sms, um sentimento unia aquela gente…ninguém estava feliz.

Um dia uma menina acordou da sesta no infantário e foi a correr pegar numa folha branca e desenhar. Naquele desenho podia ver-se o pai, a mãe e o irmão unidos pelas mãos e atrás deles via-se um arco-íris mas o arco iris era cinzento. Ao chegar a casa a menina mostrou o desenho ao pai, um tipo sem dinheiro mas com alguma esperança escondida nos bolsos, e este abraçou-a. Depois, pegou nos lápis todos lá de casa e disse-lhe “Vou-te ensinar a sonhar de graça e para isso vamos começar a pintar o arco íris com todas as cores que temos”.

Naquele dia aquele homem percebeu que tinha descoberto uma força intributável, não taxável, isenta de qualquer espécie de impostos, uma força que seria capaz de mover um país à base de poesia, de abstração e sentiu a sua alma leve, tão leve que a viu sair do seu próprio corpo e alojar-se num vaso vazio que tinha na varanda. Pouco o pouco, naquele vaso, via-se germinar qualquer coisa e todo os dias o pai regava aquela terra vazia com sorrisos humildes e cansados. Até que um dia, ao voltar a casa, cansado e impregnado do cheiro fétido de ter que trabalhar para os sonhos dos outros, aquele homem virou os seus olhos para o vaso da varanda e apercebeu-se que ali crescia livremente um sonho."

 

Frederico Saragoça

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Acho que chegámos a este ponto:

por Sophia Caetano Martin, em 18.10.13

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Cenas da Justiça Portuguesa II

por João Monge de Gouveia, em 14.10.13
Sexta feira,  9H da manhã, Julgamento em Lisboa, duas videoconferências agendadas: uma para Espanha, outra para um tribunal do Ribatejo.

 

Primeira para Espanha - não se consegue ligação.

 

Segunda para Tribunal em Portugal, só ruidos, percebe-se muito pouco.

 

11 da manhã chama-se o informático que aparece meia hora depois. "Não se pode fazer nada, o problema é lá, enquanto não mudarem... as linhas..." E desabafa "nos anos 90 fomos pioneiros neste sistema de videoconferências, os israelitas e os espanhois vieram cá ver e acharam muito bem, agora eles trabalham com linhas a mais de 500 K e nós nem a 200 e só algumas vezes vamos a 256".

 

Quase 13 Horas, a Juiza desiste e pede à parte que traga as testemunhas para uma próxima sessão que agenda para o fim de Novembro.

 

Mas a culpa é dos advogados e dos códigos...

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5 de Outubro...

por João Lamy da Fontoura, em 05.10.13

...de 1143, sempre!

 

Imagem: Nuno Tavares, based on the (PNG) work by Brian Boru; disponível no Wikimedia Commons, aqui

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A (Re) encarnação de D. Pedro

por João Monge de Gouveia, em 02.10.13

Hoje D. Pedro deve estar, esteja onde estiver, a dançar de alegria.

 

"A PT anunciou nesta quarta-feira que assinou um acordo de intenções com a Oi que define princípios essenciais para uma proposta de fusão entre a PT, a Oi e as holdings da Oi, dando origem a uma empresa denominada CorpCo. (..)

O acordo visa tornar as diversas sociedades numa “única e integrada sociedade cotada brasileira”, explicou a PT, (...)

A nova entidade, que terá sede no Brasil, será dotada de uma equipa de gestão única liderada por Zeinal Bava, sendo que o conselho de administração será presidido por José Mauro Carneiro da Cunha e vice-presidido por Henrique Granadeiro."

 

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Apostar em Portugal!

por João Monge de Gouveia, em 02.08.13

Uma boa noticia para os Portugueses.

 

Agora já podemos todos ir fazer uns cruzeiros a partir de Portugal e numa empresa Portuguesa.

 

Além do que, fazer cruzeiros e apostar em empresas Portuguesas é diminuir o desemprego e estimular a economia.

 

Parabéns e Força à Portugal Cruises!

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"Aqui importa-se tudo. Leis, ideias, filosofias, teorias, assuntos, estéticas, ciências, estilo, modas, maneiras, pilhérias, tudo vem em caixotes pelo paquete. A civilização custa-nos caríssimo, com os direitos de Alfândega: e é em segunda mão, não foi feita para nós, fica-nos curta nas mangas..."
Eça de Queiroz, in Os Maias




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