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Fugiu-lhe a boca para a verdade

por João Lopes Aleixo, em 29.01.16

A usurpação do poder tem destas coisas, no debate quinzenal de hoje, por duas vezes, Antonio Costa dirigiu-de a Passos Coelho como "senhor primeiro-ministro"...

Fugiu-lhe a boca para a verdade.

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Orçamento - Literatura de ficção

por João Lopes Aleixo, em 28.01.16

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Créditos: Henricartoon

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O que acontece quando a realidade nos começa a alcançar...

por João Lopes Aleixo, em 26.01.16

Fitch diz que o rascunho do Orçamento pode ser “irrealista” e ameaça descer o rating!

Mas aparentemente não temos com o que nos preocupar porque o João Galamba, a grande eminencia parda, diz que a Fitch está a comparar "alhos com bugalhos".

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Limpinho, limpinho

por João Monge de Gouveia, em 24.01.16

Marcelo limpou todos à primeira...

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Noite de eleições

por João Lopes Aleixo, em 24.01.16

A verificarem-se as projecções, não há surpresas quanto à vitória do Marcelo Rebelo de Sousa.

No entanto, o resultado de 4 candidatos merece alguma reflexão:

- Maria de Belém: obtém um resultado humilhante. A campanha foi má e a questão das subvenções não terá ajudado;

- Vitorino Silva: um resultado impressionante, à frente de Edgar Silva... Enfim, muito haveria a dizer sobre este resultado;

- Marisa Matias: grande campanha, a melhor, que se materializa num óptimo resultado. Mais um grande resultado para o BE após as legislativas de 2015;

- Edgar Silva: péssimo resultado. Estou certo que irão celebrar a vitoria, mas mais uma vez ficam atrás do bloco e o futuro não se afigura risonho. Grandes reflexões se avizinham para o comité central. 

Veremos os resultados finais.

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Os erros do governo do PS

por Francisco Beirão Belo, em 15.01.16

O meu artigo de hoje no Económico sobre as medidas que o governo de António Costa está a tomar, tais como as 35 horas de trabalho semanal, e o impacto no orçamento geral do estado e na competitividade da economia portuguesa.

 

Em pouco mais de um mês, o governo de Costa está a desfazer o que foi feito nos últimos quatro anos, devido a um radicalismo político e programático.

O mais grave é que estas medidas têm sido feitas sem uma efectiva avaliação. Além de terem forte impacto orçamental, demonstram uma constante cedência a corporações.

A reposição do trabalho semanal na administração pública para 35 horas significa uma redução superior a 10% e é impossível
que não implique gastos públicos adicionais, seja em mais funcionários ou horas extraordinárias. Caso contrário haverá uma degradação dos serviços públicos.

Adicionalmente, esta reposição irá reintroduzir uma nova desigualdade entre o público e o privado, que levará a novas lutas sindicais para que esta medida seja também implementada no sector privado, com impacto negativo na competitividade da economia. O PS aceita a redução do horário de trabalho na função pública, mas só se tiver custo nulo. Já o PCP e o BE querem alargar a redução do horário semanal de trabalho ao sector privado.

Os parceiros que suportam o Governo PS tudo irão fazer para implementar as 35 horas de trabalho semanal no público e no privado, levando ao aumento da despesa pública e à degradação da competitividade da economia.

Assim, caminhamos a passos largos para uma nova bancarrota.

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O passado, presente e futuro do CDS

por João Lopes Aleixo, em 15.01.16

Foi anunciada ontem a candidatura da Assunção Cristas à presidência do CDS, antecedida pela confirmação por parte do Nuno Melo de que não seria candidato e que apoiaria Assunção Cristas. As razões apontadas para esta não candidatura pareceram-me fracas, algumas coisas que foram deixadas no ar não me parecem ter sido oportunas mas, no final, considero ter sido uma boa decisão para o futuro do partido.

Falando do futuro do CDS enquanto partido, assunto que verdadeiramente interessa debater, muito se tem dito ao longo dos anos e se voltou a dizer nos último tempos, após Paulo Portas ter anunciado que não se vai recandidatar ao cargo de presidente do CDS.

Dos vários cenários debatidos, muitos têm apregoado e antecipado o fim do partido. O desaparecimento do CDS enquanto partido independente, com autonomia estratégica, personalizado e com agenda própria.

Confesso que, quando em Agosto do ano passado, vi as imagens da festa do Pontal, senti uma sensação estranha, vi-me por momentos a dar razão aos profetas da desgraça. Aquele Paulo Portas em 2º plano, subserviente e alinhado, pareciam uma capitulação. Teria o CDS se transformado num apêndice do PSD, sendo o início de uma anexação? Estava o CDS a transformar nos verdes da direita? Tudo isto causou-me uma dissonância cognitiva que me custou a ultrapassar. Mas os tempos e os desafios assim o exigiam e a atitude percebe-se.

Considero que, independentemente de alguns acontecimentos recentes e de a sucessão de Portas ser realmente um desafio gigantesco, parafraseando Mark Twain, considero que as notícias da morte do CDS serão manifestamente exageradas. Revejo-me mais no que refere o Filipe Anacoreta Correia, esta é sim uma grande oportunidade.

O CDS foi essencial nestes mais de 40 anos de democracia e faz falta à política nacional!

É esta a altura de ultrapassar definitivamente alguns fantasmas que perseguem o CDS, como o facto da personificação do partido no seu líder, da ideia de que só existe porque o PSD tem/teve a delicadeza de o levar a reboque, de que está a voltar a ser o partido do táxi, entre outras.

O desafio é enorme, mas o CDS provou que consegue enfrentar desafios difíceis e tem pessoas bem preparadas para o fazer. Se terá a pessoa certa e preparada para ser o líder de todo este processo… isso já é outro assunto.

Está na altura do partido se redefinir e orientar estrategicamente.

O CDS ao longo destes mais de 40 anos de existência tem perdurado, mas com muitos altos e baixos e muitas reorientações estratégicas e nos seus posicionamentos. No seu  início assumiu-se como um partido indispensável à direita, que temia a mudança. Em 1976 é o único partido a votar contra a constituição, atingindo o melhor resultado de sempre. Mais tarde, com Lucas Pires, quando o partido estava a atravessar uns momentos difíceis, reinventa-se com um posicionamento mais moderno e liberal. Com Adriano Moreira assume-se como conservador e social-cristão. Assume-se ao centro com Freitas do Amaral. Com Portas foi defendo causas que lhe permite afirmar-se e reforçar-se e confunde-se com o seu líder, no bom e no mau… A verdade é que todas estas mudanças fazem com que ninguém perceba nada e tenha dificuldade em rever-se neste partido.

O partido não pode ter orgulho e deve olhar seriamente para o facto de em 6 presidentes, 3 terem abandonado o partido e muitos dos que estiveram na sua fundação também o terem feito.

Lembro-me, reflexo de tudo isto, na altura da liderança do Manuel Monteiro, em que o meu Avô quando questionado por mim quanto ao seu partido, me respondia “O meu partido já não existe”, e eu perguntava-lhe então que partido era esse que tinha desaparecido e ele respondia-me “o CDS!”.

Tudo isto não é positivo para o CDS!

O CDS tem de ser um partido que seja mais, tem de ser mais, do que o seu líder, que tenha uma autonomia estratégica e que se afirme, como já o fez no passado, pelas suas ideias. Que seja um agente de mudança para a situação grave e preocupante que se vive actualmente em que os eleitores não se revêem na politica e nos partidos e em que se assiste à decadência de uma série de instituições.

Há que construir um novo rumo baseado na essência do CDS, nos seus princípios fundadores. O ponto de partida, na minha opinião, está nos estatutos do CDS (artº 2), tem de ser um modelo assente nos valores éticos, sociais e democráticos do humanismo personalista de inspiração cristã, que se perderam em grande parte nos últimos anos, adaptado e focalizado em dar respostas aos desafios actuais.

O Congresso dos próximos dias 12 e 13 de Março será com toda a certeza determinante para o futuro do partido.

P.S.: Já agora deixem lá cair do "PP" do CDS-PP... sempre me irritou.

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INEM

por João Monge de Gouveia, em 13.01.16

Estive a ver atentamente a entrevista do Sr. Presidente do Inem que foi sujeito a um processo disciplinar por, supostamente, ter usado um helicóptero para transferir uma doente que, também supostamente, não precisava de ser transferida. Alegavam que o sr. Presidente era amigo da família da doente. Ora, o sr. Presidente veio hoje numa entrevista desmentir tudo, dizendo que se deslocou ao hospital de cascais porque recebeu uma chamada para lá se deslocar e tomou a decisão de transferir a doente para Abrantes porque em Cascais não haveria vaga nos cuidados intensivos. Ora, sabendo eu que o INEM coloca processos disciplinares muito mais ridículos aos seus colaboradores, fiquei mais descansado por saber que o Sr. Presidente do INEM vai, quando acabar a sua suspensão, verificar todos os processos e terminar com as injustiças. Fiquei mais descansado também porque percebi que qualquer doente que precise de uma ambulancia ou dos serviços do INEM o seu presidente vai lá estar, porque se, segundo ele diz, foi a Cascais de propósito ver a Senhora que não conhecia, com certeza que vai ver todos os outros que para falar com ele.

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"Aqui importa-se tudo. Leis, ideias, filosofias, teorias, assuntos, estéticas, ciências, estilo, modas, maneiras, pilhérias, tudo vem em caixotes pelo paquete. A civilização custa-nos caríssimo, com os direitos de Alfândega: e é em segunda mão, não foi feita para nós, fica-nos curta nas mangas..."
Eça de Queiroz, in Os Maias




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