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A mordaça Socrática: a calar Portugal desde 2008

por Tiago Sunzu, em 31.10.15

Vejam o video abaixo. Depois de se rirem muito, pensem um pouco:

 

Em 2008, os Gato Fedorento fizeram um sketch sobre como era proíbido falar em Sócrates. Hoje, 7 anos depois, Sócrates consegue fazer um tribunal "amordaçar" um jornal.

Quão assustador é isto?

 

 

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A alucinação da esquerda coligada

por João Lopes Aleixo, em 30.10.15

São muitos os que defendem que estamos cada vez mais perto de ter um governo de coligação de esquerda PS/CDU/BE. Aparentemente incontornável e inevitável.

Um governo legitimado numa maioria que se expressou nas eleições do dia 4 de Outubro. Confesso que ainda não percebi bem esta linha de raciocínio, uma vez que se apoia numa coligação com um objectivo de destruição, negativo, e não na partilha de objectivos comuns de construção de alguma coisa. Já diz o ditado: “Os inimigos dos meus inimigos meus amigos são”...

A discussão das legitimidades considero estar ultrapassada mas continuamos a assistir a uma sociedade claramente polarizada, como há muito não se via. Um verdadeiro Benfica - Sporting em que

 

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Ó filho, andas metido na droga?

por Tiago Sunzu, em 30.10.15

José Santos Silva ficou rico em 3 anos, conseguiu poupar nada mais nada menos que 23 milhões de euros.

 

Digamos que um dia, um filho meu chegava a casa e me dizia:

"Pai, consegui poupar 23 milhões de euros numa conta off-shore!!"

a minha resposta seria óbvia...

"Ó filho, andas metido na droga?

No entanto, tudo isto seria diferente se ele depois dissesse:

"Não pai, claro que não! Eu sou é amigo do Sócrates"

 

 

 

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Votantes BE e PCP também têm o direito de ver promessas cumpridas

por Tiago Sunzu, em 30.10.15

Há um conjunto de pessoas de quem ainda ninguém falou e que acho que, concorde eu ou não com elas, merecem consideração: aqueles que votaram PCP e BE.

 

Quem votou BE, votou na "recusa as regras do Tratado Orçamental e coloca como prioridade a reestruturação da dívida." Acreditaram que o BE defenderia os seus interesses se eleito, e por isso neles votaram.

 

Quem votou PCP, votou numa saída do euro, "cimeira intergovernamental para rever tratados europeus, insiste na renegociação da dívida e na subida do salário mínimo para 600 euros no início de 2016", ordenado mínimo invejável... 

 

Será que aqueles que apregoam à boca cheia que os eleitores do BE e PCP não são eleitores de segunda categoria, se esqueceram de pensar naquilo para que foram eleitos?

 

Será que daqui a 4 anos, teremos uma lista de todas as promessas eleitorais falhadas pelo BE e PCP, e se acabará o mito de que estes partidos são melhores e mais "honrados"?

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Gerar Valor Estratégico: a missão do Estado Social

por Ruben Eiras, em 29.10.15

Quando se fala em organização do Estado Social, o radicalismo dominante no debate induz 'acerebralmente' que à direita tudo se esgrima pela privatização total e à esquerda se defenda a manutenção total da propriedade pública.É raro existir uma discussão racional centrada em como construir a melhor solução de gestão dos recursos e ativos que entregue o maior valor ao menor custo possível. A argumentação é sempre de um nível primário, bastando apenas afirmar que «a gestão pública é melhor do que a privada» e vice-versa. E como sabemos, e com honestidade intelectual, existem bons e maus exemplos de cada um dos formatos.

Contudo, como socialista liberal e progressista, há um princípio do qual não abdico naquilo que são bens e serviços públicos (educação, saúde, justiça, por exemplo): universalidade do seu acesso pela população. Não só pela dignidade da pessoa humana, mas também por uma óbvia racionalidade económica. 

Com efeito, tal princípio não implica que os serviços públicos tenham de ser todos prestados por entidades do Estado. Mas, por outro lado, existem alguns, que pela sua natureza e especificidade, só podem e deverão ser prestados por entidades estatais.

Exemplifiquemos. Numa empresa privada existem zonas de custo, as quais nunca deixarão de ser custo pela sua natureza de atividades de suporte, operacionais ou de desenvolvimento. Mas são cruciais para que a empresa consiga executar a sua atividade, coloque o seu produto no mercado, crie receitas e chegue ao lucro. Estamos falar de categorias de despesa como, por exemplo, salários, contabilidade, limpeza e atividades de marketing, investigação, desenvolvimento e inovação (sim, a tão propalada inovação é um custo para as empresas).

A empresa coloca recursos financeiros nestas atividades porque estas criam valor para o seu negócio. E muitas destas até se relevam de importância estratégica para a competitividade do negócio, como a I&D e Inovação, por exemplo. E dado o seu caratér estratégico, em muitos casos, tem de ser a própria empresa a executar por si própria essas atividades, sem recorrer ao outsourcing. 

Nos bens e serviços públicos passa-se o mesmo. Há bens e serviços públicos que pela sua importância estratégica para a competitividade e bem-estar da nação, não poderão ser privatizados, porque se ficarem sujeitos apenas à lei da eficiência para a obtenção de lucro, gerarão aprofundamentos da desigualdade, reduzindo significativamente a massa crítica do país para a competição económica com base no valor acrescentado e gerarão situações de indignidade humana.

Trocando por míudos, será que uma população com acesso desigual à saúde e à educação estará capacitada para ser altamente produtiva, sobretudo num país em que a distribuição desigual dos recursos económicos-financeiros é uma das mais desiguais da Europa?

Será que em situações extremas de doença um sistema privado de saúde garantirá um fim de vida em dignidade e a mitigação possível do sofrimento de uma doença terminal?

Basta olhar para o exemplo concreto dos EUA: é o país democrático que mais investe na educação e na saúde, em que o modelo privado impera. Resultados? Um dos piores desempenhos das economias avançadas nos domínios referidos. Porque está ficado na geração de lucro e não na criação de valor. Ou seja, está a entregar mau valor por dólar do contribuinte. 

E se olharmos para o caso português, mesmo com as nossas debilidades, alcançamos um desempenho admirável em ambos os sectores. Mesmo com todas as dificuldades, os nossos resultados no PISA OCDE melhoraram muito, as nossas universidades estão entre as melhores do mundo e o sistema de saúde pertence à elite mundial. Ou seja, está a conseguir entregar bom valor por euro do contribuinte.

Isso não significa que não existam melhorias a fazer (e existem muitas) na gestão da educação e da saúde. Provavelmente alguns componentes podem (e devem) ser entregues à atividade privada, porque nesses a busca pelo lucro gerará aumentos de eficiência sem colocar em causa a universalidade de acesso.

Mas no geral do sector, provavelmente o Estado (ou privados sem estarem sujeitos aos mecanismos de mercado) será o melhor garante para a criação de valor estratégico para a competitividade e bem-estar da nação.

Se a NASA fosse privada, que indústria aeroespacial teríamos hoje? E se não fosse o investimento do Estado norte-americano, teríamos hoje a Internet? Ou dos Estados europeus avançados nos séculos XIX e XX, teríamos a universalização das vacinação, que possibilitou a emergência de um mercado de consumo com uma longa esperança de vida e de uma população saudável e produtiva?

É valor estratégico. É a missão do Estado Social.

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Lápiz Azul

por João Monge de Gouveia, em 29.10.15

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Agradecimento Ogilvy Portugal

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1ª Votação da nova AR - Ai Costa!!

por João Monge de Gouveia, em 28.10.15

Foi engraçado de ver que na primeira votação secreta de 226 deputados da Assembleia, para eleição dos quatro vice-presidentes do Parlamentos, os candidatos do PSD e do CDS tiveram mais votos favoráveis do que os do PS e do Bloco de Esquerda.

José Matos Correia (PSD) e Teresa Caeiro (CDS) obtiveram respectivamente 173 e 170 votos favoráveis, Jorge Lacão (PS) e José Manuel Pureza (BE) ficaram-se pelos 122 e pelos 137 votos a favor. 

Isto quer dizer que houve deputados de esquerda a votarem nos do PSD e CDS e outros que não votaram nos do PS e BE.

Começa bem a coligação da Esquerda!

Isto vai ser Bonito, vai!

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Imagine

por João Monge de Gouveia, em 28.10.15

Imaginem que era um antigo lider do PSD ou do CDS a colocar uma providência cautelar contra um jornal  a fim de este não poder publicar noticias sobre esse lider.

 

Vinha logo o PCP, o BE e o PS chamar fascistas e acusar a direita de querer voltar ao pré 25/4/74, que eram uns ditadores, etç.. etç... 

 

Neste caso, como é um ex-lider do PS e por acaso este partido está a aliar-se ao PCP e BE para formar um governo, já está tudo caladinho e é tudo muito normal.

 

Costa vai ser Primeiro Ministro e Sócrates vai ser ilibado.

 

Assim é a democracia no nosso País, vista pela Esquerda.

 

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Eis a razão porque Catarina quer ir para o Governo

por João Monge de Gouveia, em 28.10.15

...segundo o Speaker Bureau (de Londres), o antigo ministro grego cobra cerca de 1.350 euros por uma palestra em ambiente universitário, sendo que a partir daí os preços aumentam: se ocorrer em qualquer parte da Europa, Varoufakis – que esteve recentemente em Portugal – cobra 4.500 euros. Fora do espaço europeu o preço atinge os 54 mil euros. 

 

Catarina Martis e o seu BE acham que depois de ir para o governo vão enriquecer... 

 

Ainda os vamos ver a circular pela Europa em Conferências a pedir 50 mil euros por cada uma e depois vir a Portugal jantar no Gambrinus.

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Sócrates e o monopólio

por João Lopes Aleixo, em 28.10.15

Mais um desenvolvimento no processo de José Socrates, a defesa interpôs uma providência cautelar ao grupo Cofina para impedir a publicação de notícias sobre a Operação Marquês.

 

Cada vez mais fico com a sensação que, à semelhança do que se passa no Monopólio, alguém ganhou um cartão para sair da prisão... 

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"Aqui importa-se tudo. Leis, ideias, filosofias, teorias, assuntos, estéticas, ciências, estilo, modas, maneiras, pilhérias, tudo vem em caixotes pelo paquete. A civilização custa-nos caríssimo, com os direitos de Alfândega: e é em segunda mão, não foi feita para nós, fica-nos curta nas mangas..."
Eça de Queiroz, in Os Maias




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