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PS

por Sophia Caetano Martin, em 30.05.14

 

 

No Largo do Rato só falta um cartaz com a imagem de António Costa saindo da bruma, tipo D. Sebastião, herói perdido e agora regressado. 

 

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A mudança segundo o PS

por Francisco Beirão Belo, em 27.05.14

António José Seguro apelou que "a mudança começa na Europa", e o PS ouviu. Menos de 48 horas depois, o PS já está a tratar dessa mudança.

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Os Costa

por João Monge de Gouveia, em 27.05.14

Será que Costa, o Ricardo não o António, tem tanta certeza que o seu irmão Costa, o António, vai ser líder do PS que já se adiantou e quis-se demitir do cargo de director do "Expresso"?

 

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Musica da Semana

por João Monge de Gouveia, em 27.05.14

Aos aplausos ao "Palito", porque os designios populares são misteriosos.

 

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Balbúrdia no Oeste

por José Meireles Graça, em 26.05.14

Tirando dos factos as lições que eles encerram, pode-se imaginar um caminho; caso contrário, não. Quais são então os factos, as lições e o caminho?

 

A abstenção é o maior partido, com 2/3 dos votos (um tanto menos, se nos lembrarmos dos emigrantes e da tradicional desactualização dos cadernos);

 

O PCP foi o partido tradicional que mais cresceu;

 

O Bloco mirrou;

 

O PS só poderá vir a formar um governo minoritário com apoio parlamentar do CDS e do PSD (ou do PSD, possivelmente com abstenção do outro); ou um governo maioritário com o PSD, para abandonar de vez qualquer esperança de reforma do Estado e de saneamento das contas públicas, quer seja liderado pelo patético Seguro quer pelo visionário Costa, uma espécie de Zorrinho do Plano Tecnológico e tretas modernaças sortidas, mas com mais subtileza, habilidade e estatura.

 

Marinho e Pinto é um balão. Pode encher mais e subir mais, mas começa a esvaziar logo que se perceba que tem combustível apenas para subir, como sucedeu ao PRD e ao partido dos reformados (do saudoso Prof. Sérgio) antes dele, bem como ao próprio BE, este último também por ser um sucedâneo urbano e parvinho do PCP.

 

A miríade de partidos restantes que abrilhanta as eleições vale o mesmo que os foguetes das festas populares, com a diferença de não poder originar incêndios.

 

Estes os factos. Agora as lições:

 

Os abstencionistas, em proporções impossíveis de calcular, disseram três coisas: i) A Europa é uma mama, o Parlamento Europeu uma abstracção, e os candidatos uns treteiros à procura de tachos dourados; ii) Ninguém prometeu convincentemente que a mama murcha ia inflar, logo alimentar com votos partidos fervorosamente europeístas foi chão que deu uvas; iii) O governo do dia deu austeridade, emigração e reformas de paleio e tinha que ser castigado por isso. Mas como só os comunistas ofereceram uma alternativa às políticas seguidas, mas despertam anticorpos num universo eleitoral cuja esmagadora maioria não é constituída por mujiques, operários raivosos e intelectuais subsídio-marxistas - não havia partidos nos quais votar.

 

Temos então que os comunistas não contam, porque a diferença deles não pode ser engolida; o PS não conta, porque, mesmo que ganhe, não pode fazer maioria com o PCP (está mais distante dele do que qualquer dos outros partidos) e a que poderia fazer com o PSD apenas prolonga o marasmo; a coligação dita de direita não conta porque o eleitorado desconfia que, com ela, terá pelo menos mais uma década penosa, e portanto não lhe dará a maioria absoluta.

 

Estão as condições reunidas para um novo partido, ou um velho renovado. Não para fazer um arranjo diferente das mesmas velhas coisas, mas para pegar no problema de um outro ângulo, que inclua abandonar o Euro e, se for necessário, a UE. E isso não em nome de uma autarcia cubana, como quer o PCP, ou de um PS dirigista, intervencionista e despesista, como quer, mesmo que diga não querer, o Prof. Ferreira do Amaral (a quem tiro, com respeito, o meu chapéu), mas em nome da reforma do Estado por fazer, do crescimento económico sem paternalismo nem dirigismos e da independência na medida do que as circunstâncias permitirem - mas não mais do que isso.

 

Vai suceder? Claro que não. O mais provável é, com a aterrorizada conivência da Europa, o governo pôr em banho-maria até mesmo o módico de reformas que tem querido fazer, alargar um furo ao cinto da austeridade, e trombetear optimismo. E não é impossível que o BCE e a nova Comissão Europeia sejam compreensivos, na exacta medida em que a Alemanha e satélites deixem.

 

Deixarão? Suponho que sim, moderadamente. Chegará? Suponho que não, e assim o que o futuro nos reserva é balbúrdia.

 

De qualquer forma, ele, o futuro, sucederá apenas de uma maneira, e há inúmeras de o prever. Donde, a probabilidade de errar é grande. Conto com isso.

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Já só falta ver o Porco a andar de Bicicleta

por João Monge de Gouveia, em 23.05.14

Manuel "palito", como é conhecido, matou duas pessoas, feriu outras duas entre as quais a filha e ainda foi aplaudido à porta do Tribunal.

 

e depois admiram-se do Partido Socialista estar à frente das sondagens...

 

E depois admiram-se que o PS ganhe as legislativas e daqui a um par de anos tenha cá a Troika outra vez...

 

Já nada me espanta, já só falta ver um porco a andar de bicicleta.

 

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Volta o Socialismo a sintra, voltam as construções

por João Monge de Gouveia, em 22.05.14

Urbanização da Serra da Carregueira

 

Quanto à Tapada das Mercês:

 

Para os moradores, a prioridade devia ser a construção dos equipamentos em falta prometidos inicialmente pela Cintra, como espaços verdes, um complexo desportivo, parques infantis, piscinas, uma igreja, um quartel de bombeiros. "É preciso requalificar os prédios, as estradas, a iluminação pública, as passadeiras", enumera, criticando a opção por mais habitação no novo loteamento. "O projecto vai trazer mais pessoas para cá, mas depois não temos parques para as crianças em condições", exemplifica, lamentando que a zona se tenha transformado num "dormitório". "Ao fim-de-semana as pessoas vão-se embora porque não há nada que as prenda."

 

 

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O Império alemão

por João Monge de Gouveia, em 21.05.14

O que não conseguiram pela via militar é agora conseguido através da UE e o resto assiste:

 

Merkel já decidiu a próxima Comissão Europeia, antes das eleições

 

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Para quê diminuir a despesa pública, adivinhem quem eram os ministros?

por João Monge de Gouveia, em 21.05.14

Os factos remontam ao período entre 2007 e 2009, abrangendo os consulados dos ministros da Administração Interna António Costa e Rui Pereira. De acordo com a acusação do Ministério Público, o então comandante nacional da Protecção Civil terá engendrado um esquema que passava por transferir para os Bombeiros Voluntários de Barcarena verbas em excesso, para depois lhes cobrar o reembolso de despesas que fazia em proveito pessoal, da família ou dos amigos. Quando a Judiciária fez buscas à residência da sua ex-mulher no Estoril encontrou não apenas o dito iPod como também uma máquina fotográfica de 1400 euros, 1 televisor LCD, 1 câmara digital, um leitor de DVD e ainda um telemóvel de 800 euros que estava a ser usado pela dona da casa. Tudo pago pela Protecção Civil. Gil Martins não negou ter comprado estes equipamentos à custa do erário público. Mas alegou que precisava deles para trabalhar, e que o fazia muitas vezes em casa da ex-mulher, de quem se tinha separado quatro anos antes. E se justificou a presença do aparelho de televisão com a necessidade de ver, em grande formato, um documentário secreto sobre a forma como as autoridades de outros países lidavam com os “energúmenos” que tentavam boicotar as cimeiras da NATO - pois ia decorrer uma em Portugal  -, já a utilização do telemóvel teve outra explicação. “Era um antigo telefone meu que tentei devolver à Protecção Civil mas que ninguém quis. Ficou lá por casa numa gaveta até ao dia em que o da minha muher se avariou e ela pegou nele”.

(...)

 

Zero” de controlo financeiro
O antigo comandante da Protecção Civil causou algum espanto aos juízes quando admitiu que o controlo financeiro deste organismo era “zero”, tendo mesmo sugerido que lhe fosse feita uma auditoria  a partir de 2007, para se detectarem as ilegalidades ali cometidas. Uma delas, da qual admite ter tido conhecimento, passou por inflacionar artificialmente o salário de um outro comandante da Protecção Civil através de turnos nocturnos e horas extraordinárias. Segundo o Ministério Público, a ter sido efectuado esse trabalho, isso significaria que o comandante em questão teria acumulado turnos nocturnos com o serviço diurno durante cinco meses a fio no ano de 2007. “Não fui eu que tomei a decisão. Mas achei-a muito justa”, admitiu o arguido. Uma das juízas do colectivo quis saber se Gil Martins não tinha consciência dos limites das despesas que podia fazer com os dinheiros públicos. “Não. Não havia orientações sobre isso”, respondeu Gil Martins.

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Acabaram-se os banhos demorados

por João Monge de Gouveia, em 20.05.14

e já agora o melhor é arranjar umas velas.

 

Correio da Manhã escreve que o Turismo de Portugal irá cruzar informação com a Autoridade Tributária (AT) e que serão aplicados métodos de fiscalização que passam pela consulta das facturas de água e electricidade e a consulta de vários sites de arrendamento temporário. O objectivo do fisco é combater a “concorrência desleal” às autoridades hoteleiras.

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"Aqui importa-se tudo. Leis, ideias, filosofias, teorias, assuntos, estéticas, ciências, estilo, modas, maneiras, pilhérias, tudo vem em caixotes pelo paquete. A civilização custa-nos caríssimo, com os direitos de Alfândega: e é em segunda mão, não foi feita para nós, fica-nos curta nas mangas..."
Eça de Queiroz, in Os Maias




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