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Se ela o diz...

por João Monge de Gouveia, em 31.07.13

"No FC Porto é só mafiosos"

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Musica da Semana - um minuto de silêncio

por João Monge de Gouveia, em 27.07.13

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Musica da Semana

por João Monge de Gouveia, em 27.07.13

Esta semana fazemos uma dedicatória especial, uma música dedicada às vitimas seguida de um minuto de silêncio. Neste pot publicamos a música e pedimos que após façam todos um minuto de silêncio com a imagem que iremos colocar.

 

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Péle? Maradona?.. Super homem??

por João Monge de Gouveia, em 26.07.13

Sporting vai apresentar reforço às 13 horas....

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Funcionários das Secretas vão ser obrigados a dizer se são sócios do F. C. Porto

por João Monge de Gouveia, em 26.07.13

Segundo o jornal i os funcionários das secretas vão ser obrigados a dizer se são Maçons.

 

Ora, na verdade, e se lermos a noticia com mais atenção percebemos que: "Os partidos da maioria querem que os agentes das secretas passem a fazer um registo de interesses no qual terão de revelar se pertencem à Maçonaria. O projecto de lei entregue pelos dois partidos no parlamento estabelece que no documento terá de constar a "filiação, participação ou desempenho de quaisquer funções em quaisquer entidades de natureza associativa".

 

Assi, qualquer funcionário das secretas vai ter que declarar se é da Opus Dei ou outra qualquer organização e se é até sócio do Benfica, sporting ou Porto.

 

Tenho muitas duvidas sobre a constitucionalidade desta norma, sobretudo se servir para discriminar os sócios do Sporting.

 

Claro está que o titulo como o colocaram faz vender mais jornais, mas eu sugiro outro titulo que também venderia e é o que titula este post, outra alternativa seria:

 

Funcionários das Secretas vão ser obrigados a dizer se são sócios do Clube dos amigos Disney

 

 

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Os actores não-convidados

por José Meireles Graça, em 25.07.13

Sentença pr'àqui, sentença pr'à li, mas link é que nicles - só ficamos a saber que tem 180 páginas, mais do que alguns êxitos editoriais.

 

E eu tinha curiosidade de ler a coisa, nem que fosse em diagonal, a ver se percebo como pode justificar-se que um juiz se ache competente para suspender uma decisão política sob pretexto de que

 

"com a transferência para a Estefânia os utentes ficariam pior servidos, uma vez que os blocos operatórios e cuidados intensivos neonatais neste hospital, mesmo com obras, apresentam lacunas técnicas e de espaço. 'A reiterada expressão - divulgada nos meios de comunicação social - de que a MAC não cabe no HDE, refutada pelas requeridas, deixou de ser mera frase, pois o que se apura é que a transferência da MAC implica a redução de prestação de serviços, de que modo e em que circunstâncias, não se sabe', diz a sentença".

 

Vamos admitir que é assim, que há uma efectiva redução de serviços. Ainda que mal pergunte, o Governo não pode reduzir a prestação de serviços públicos, de Saúde ou outros, quando entenda que essa redução é necessária para assegurar a realização de outros bens - equilíbrio de contas públicas, afectação de recursos a outros fins que, erradamente embora, se estimem preferenciais, gestão mais criteriosa de meios e de espaços...nada? Se, por exemplo, o Ministério da Justiça entender amanhã que o tribunal xis deve mudar para instalações menos cómodas, ou mais longínquas, ou menos eficientes, os juízes não saem porque a oferta de Justiça, a que os cidadãos têm direito, pode piorar?

 

Não é isto uma mera decisão política? E, se é, precisamos da AR e do PR para quê? E do voto, e da opinião pública? Bastar-nos-iam os juízes, que não elegemos, para, em havendo interesses públicos ofendidos, segundo a opinião de alguns queixosos, decidirem quem está e não está no torto.

 

Entendamo-nos: eu acho que o cidadão precisa de quem o defenda do Estado e dos poderes de facto. E a única verdadeira garantia dessa defesa é a independência e irresponsabilidade dos juízes. O cidadão, não a colectividade. Que a vida desta é regulada pelo Poder Legislativo e Executivo, segundo regras que resultam de um complicado jogo de interesses, opiniões contraditórias sobre o que é o Bem Público, poderes e contra-poderes - chamamos a isso Política.

 

Que os juízes não deviam fazer. 

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Até na prisão é bem tratado

por João Monge de Gouveia, em 25.07.13

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Um emprego para o Macário

por João Monge de Gouveia, em 25.07.13

Segundo esta noticia do jornal Público "No encontro previsto para hoje com Moreira da Silva estaria em aberto a negociação de um compromisso para a inclusão de Macário na lista de deputados para o Parlamento Europeu, a troco de não ensombrar a candidatura de Rogério Bacalhau - que, aliás, já abriu sede de campanha e tem cartazes afixados por toda a cidade"

 

Recorde-se que Macário Correia foi condenado pelo Tribunal Administrativo a perda de mandato devido a aprovações de projectos urbanísitcos, decisão que foi confirmada pel Supremo Tribunal Administrativo e que só ainda não foi executada devido às férias judicias.

 

Macário quer, depois de, por decisão dos tribunais, não ter respeitado a lei, pressionar o PSD a arranjar-lhe "emprego", agora no Parlamento Europeu.

 

Espero qur o PSD não ceda a chantagens, julgo que os Portugueses percebem o que o Sr. Macário está a tentar fazer.

 

Se quer trabalhar, tem bom remédio, inscreve-se no Centro de Emprego. A Morada está aqui

 

 

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Irrevogabilidade

por João Monge de Gouveia, em 25.07.13

 

 

DR 141 SÉRIE I, 1º SUPLEMENTO de 2013-07-24

Decreto do Presidente da República n.º 92-A/2013
Presidência da República
São exonerados, a seu pedido e sob proposta do Primeiro-Ministro, o Dr. Paulo Sacadura Cabral Portas do cargo de Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, o Prof. Doutor Álvaro Santos Pereira do cargo de Ministro da Economia e do Emprego, a Prof.ª Doutora Maria de Assunção Oliveira Cristas Machado da Graça do cargo de Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território e o Dr. Luís Pedro Russo da Mota Soares do cargo de Ministro da Solidariedade e da Segurança Social

Decreto do Presidente da República n.º 92-B/2013
Presidência da República
São nomeados, sob proposta do Primeiro-Ministro, o Dr. Paulo Sacadura Cabral Portas Vice-Primeiro-Ministro, o Dr. Rui Manuel Parente Chancerelle de Machete Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, o Mestre António de Magalhães Pires de Lima Ministro da Economia, o Eng.º Jorge Manuel Lopes Moreira da Silva Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, a Prof.ª Doutora Maria de Assunção Oliveira Cristas Machado da Graça Ministra da Agricultura e do Mar e o Dr. Luís Pedro Russo da Mota Soares Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social


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Obrigado pelo esforço Álvaro

por Hilario Caixeiro da Cunha, em 24.07.13

Antes de entrar no Governo Álvaro Santos Pereira (a seu pedido Álvaro) tinha desenvolvido a sua carreira profissional praticamente toda no exterior, entre o Reino Unido e Canadá. Tudo bem longe de Portugal, com excepção das colunas que escreveu em vários jornais portugueses e de um par de livros editados sobre como reformar Portugal.

 

A sua entrada no Governo foi uma lufada de ar fresco, rapidamente criticada pelos interesses instalados com os quais não tinha qualquer tipo de  ligações. Tudo e todos se surpreenderam pelo facto do Ministro querer ser tratado pelo seu próprio nome a secas “Álvaro” e não com as mordomias habituais.

 

No momento da tomada de posse era o “Super-Ministro” que absorvia vários ministérios dinossáurios.

 

Álvaro tinha uma visão muito estruturada do que Portugal deveria ser no futuro. Tinha uma estratégia ( tal como se pode ler nos seus livros editados antes de ser nomeado Ministro).

 

Muito rapidamente Álvaro e o seu espírito reformista foram progressivamente “comidos” por um lado e pelo outro. Parte das suas competências foram sendo chamadas a outros decisores: a revisão das fundações, os fundos comunitários, a economia para questões externas, as privatizações…

 

Retiraram pólvora a Álvaro, mas ele ficou. Continuou a lutar pelas suas ideias. Durante meses Álvaro foi o único Ministro a quem ouvi / de quem li palavras sobre uma visão a longo prazo para Portugal.

 

Vítor Gaspar era o tesoureiro, geria para pagar as dívidas a curto prazo. Álvaro tinha a visão de longo prazo, da necessidade de criar postos de trabalho e renovar e dinamizar o tecido económico, um verdadeiro Ministro de Economia.

 

Creio que a suas maiores obras foram o acordo de concertação laboral e a nova “lei das falências”  cujos resultados beneficiarão Portugal a médio e longo prazo.

 

Álvaro não foi um corta-fitas e com a remodelação os interesses instalados eliminam um Ministro totalmente independente que pensa pela sua própria cabeça.

 

Portugal perde, mas Álvaro poderá seguir a sua vida e carreira profissional no exterior sem ter de fazer reverências aos interesses instalados ou sofrer retaliações pela sua independência.

 

Quando for velho Álvaro poderá dizer: "Eu tentei".

 

Ainda que não tenha conseguido alcançar os objectivos a que se propunha tenho que dizer: OBRIGADO PELO ESFORÇO ÁLVARO

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"Aqui importa-se tudo. Leis, ideias, filosofias, teorias, assuntos, estéticas, ciências, estilo, modas, maneiras, pilhérias, tudo vem em caixotes pelo paquete. A civilização custa-nos caríssimo, com os direitos de Alfândega: e é em segunda mão, não foi feita para nós, fica-nos curta nas mangas..."
Eça de Queiroz, in Os Maias




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