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Musica da Semana

por João Monge de Gouveia, em 30.11.12
Cada vez mais o Mundo precisa de ver e ouvir estes videos.

Este é um video que circula nas redes sociais e que julgamos deve ser a nossa musica da semana.

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Violência doméstica

por José Meireles Graça, em 29.11.12

Ontem foi dia de entrevista do PM. Deixemos de lado a patente mediocridade dos entrevistadores, agravada no caso de Judite de Sousa por não perceber que as pessoas nem querem um debate (para isso é necessária igualdade de estatutos, não uma distribuição de papéis em que um pergunta e o outro responde), nem querem saber o que realmente pensa o entrevistador (Judite, se pensa alguma coisa, não vai muito acima da versão ¡Hola! do jogo político), nem querem subserviência - o que não é a mesma coisa que adoptar um comportamento impertinente, interrompendo a despropósito o entrevistado e impedindo-o de completar raciocínios.

 

Deixemos de lado também a maior parte do que disse Pedro Passos Coelho. Quem vê estas coisas também acompanha a vida política, e Passos não acrescentou praticamente nada ao que já se sabia.

 

Porém, questionado sobre quem é o seu número dois, respondeu rápido: “É o ministro das Finanças”. Isto parece um fait-divers: face à dimensão dramática dos tempos que vivemos, que interessa lá a hierarquia formal do Governo? Acaso os ministros dão ordens uns aos outros? Portas, que pelos vistos é o nº 3, acaso pode dizer ao número quatro - faz isto e aquilo?

 

Lamento, mas o formalismo e os símbolos contam: a nossa bandeira é um pano, mas com ela não se limpa a louça; o nosso País pode estar sob diktat dos credores, mas suponho que não recebemos instruções sobre como votar na ONU.

 

Ora, o Governo foi formado por dois partidos com um certo peso eleitoral e maneiras diferentes de ver o interesse nacional, mas com um grau suficiente de convergência para assegurar, face à esquerda radical e à esquerda irresponsável, ambas no Parlamento, um mínimo de estabilidade. E dos votos que conferem legitimidade ao Governo os primeiros e principais depositários são Pedro Passos Coelho e Paulo Portas - por esta ordem.

 

Vítor Gaspar foi nomeado por quem tinha competência para o nomear mas não foi eleito. E mesmo que o tivesse sido cabe perguntar se o esforço que é preciso fazer para que cada qual abafe a sua maneira própria de ver as coisas, e nessa medida se comprometa com decisões que não tomaria se estivesse só, é compatível com uma permanente abdicação de um lado, e uma permanente sobranceria do outro: Gaspar até poderia ser o homem certo no lugar certo, coisa em que, incidentalmente, cada vez menos gente acredita; e até pode ser o homem forte do Governo, coisa de que muita gente suspeita. Mas não é com ele que o Primeiro-Ministro tem que negociar: ele pode ser substituído sem cair o Governo; Portas não, salvo a hipótese de sair voluntariamente. De resto, negoceia-se com um parceiro, não com um número três - a menos que a coligação tivesse não dois mas três partidos.

 

Um fait-divers, decerto: daqueles que minam os casamentos. E mesmo não estando, como não estou, ao corrente dos problemas do casal, quer-me parecer que um dos cônjuges deve imaginar que o medo das consequências é um cimento que permite todos os abusos. 

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E se António José Seguro fosse primeiro-ministro?

por João Monge de Gouveia, em 29.11.12

é a pergunta do jornal "i", e a resposta é simples.

 

Era a desgraça!

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Quem ganha é o Basílio

por João Monge de Gouveia, em 29.11.12

Parece-me que quem beneficiará com esta confusão é o PS e Basílio Horta.

 

Já não bastou ter a Edite Estrela em Sintra durante vários anos, agora querem arruinar o concelho e pôr lá o Basílio.

 

Resta saber o que fará o CDS...

 

 

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Por isso é que isto está cada vez pior...

por João Monge de Gouveia, em 29.11.12

 Passos relega Portas para terceiro plano no Governo

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O passado, o presente e o futuro

por João Monge de Gouveia, em 29.11.12

Gente com memória curta esta que tem responsabilidades no estado do País e que agora vem, do alto do seu pedestal, onde julga estar, fazer uma carta em que pede a demissão do governo.

 

 

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O estado de cada um é o estado do Estado?

por Ana Rita Bessa, em 27.11.12

Extraordinariamente lúcido este post da Suzana Toscano, no 4ª República, a propósito da pergunta lançada por Vitor Gaspar: "Que impostos estamos dispostos a pagar para ter que Estado Social?" - recomenda-se a leitura integral.

 

"Estamos a assistir à mesma pergunta feita “em cascata”.

Pergunta-se aos países mais ricos da União europeia se estão na disposição de pagar mais para os países mais pobres, e eles respondem que não. Respondem que não porque os acham preguiçosos, manhosos, mentirosos, perdulários, caloteiros, relutantes a aprender a viver com as sábias regras que levaram os ricos à prosperidade e a alternativa seria empobrecerem todos inutilmente.(...)
Ao nível dos cidadãos a pergunta, feita em termos semelhantes, só pode dar os mesmos resultados: cada um trata de si e dos outros logo se vê, se não há nada a unir-nos no futuro então o melhor é tratar da nossa vida enquanto sobra alguma coisa.
Acontece que, por muitas razões, a estratificação social que fazia com cada pessoa se sentisse ao abrigo do seu grupo deu hoje lugar a uma insegurança e imprevisibilidade tais que cada indivíduo, independentemente da sua origem e classe social, se revê em todos os grupos sociais. Por exemplo, cada contribuinte – porque a pergunta é dirigida aos que pagam impostos hoje – pode ser amanhã um desempregado, um adulto dinâmico pode ver antecipado o momento em que o classificam como “idoso” ou enfileira com os reformados, um empresário de sucesso passa a falido ou um cidadão próspero vê-se incapaz de solver as suas dívidas por azares da fortuna e mudanças de mercado. Um simples divórcio, ou viuvez, pode provocar uma mudança de grupo e obrigar a viver na condição que aí encontra. Nada está garantido. Já não há perspectivas egoístas, se pensarmos que cada contribuinte pode, com toda a facilidade, ver-se no lugar dos “outros” e sofrer os efeitos da sua escolha, sobretudo a médio prazo." 

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Sondagens

por João Monge de Gouveia, em 27.11.12

Num país com milhões de funcionários públicos seria estranho que a sondagem desse outro resultado.

 

Maioria contra despedimento de funcionários públicos

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Cuidado com as imagens editadas

por João Monge de Gouveia, em 27.11.12

São aos milhares as pessoas concentradas em frente à Assembleia da República, podendo chegar aos seis mil manifestantes. Arménio Carlos, líder da CGTP, já discursa no palco, improvisado numa carrinha.

 

E destes milhares quantos são desempregados? reformados? e quantos estãoa fazer gazeta?

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Imagens RTP: alguém consegue explicar a razão da polémica?

por Filipe Santos, em 27.11.12

Há coisas que, definitivamente, me ultrapassam. Uma delas é a polémica em torno do visionamento de imagens, não editadas, da RTP por parte da polícia para efeitos de investigação criminal.

 

Os manifestantes não sabiam que estavam a ser filmados?

Os manifestantes que terão desobedecido à lei não devem ser julgados?

A RTP tendo suporte probatório do que se passou não deve colaborar com a justiça?

 

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"Aqui importa-se tudo. Leis, ideias, filosofias, teorias, assuntos, estéticas, ciências, estilo, modas, maneiras, pilhérias, tudo vem em caixotes pelo paquete. A civilização custa-nos caríssimo, com os direitos de Alfândega: e é em segunda mão, não foi feita para nós, fica-nos curta nas mangas..."
Eça de Queiroz, in Os Maias




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