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«¿Por qué no te callas?»

por João Lamy da Fontoura, em 31.03.12

«Constâncio não descarta possibilidade de Portugal vir a pedir mais um empréstimo.»

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Poder local em manifestação

por Nuno Santos Silva, em 31.03.12

Mais de 200.000 pessoas na maior manifestação popular desde o 25 de Abril (dados da Polícia de Segurança Pública).

O poder local, próximo das populações, é a base da democracia!

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Orçamento de Estado de Espanha de 2012

por Hilario Caixeiro da Cunha, em 31.03.12

O Governo de Espanha apresentou esta semana o seu Orçamento de Estado.

 

Incluiu recortes de despesas nos ministérios, subidas de impostos (tabaco, redução de deduções fiscais…) e uma amnistia fiscal!

 

Pelo que eu entendo, quem livremente declarar que não cumpriu com o fisco espanhol e ainda não tiver sido notificado/investigado poderá pagar 10% dos bens ocultos e assim regularizar a sua situação.

 

Quando estava na oposição o partido político que agora está a governar, criticou e bem o anterior governo quando criou uma outra amnistia fiscal, por ser injusta e beneficiar os infratores enquanto os cumpridores pagavam ainda mais impostos.

 

Que leitura se poderá fazer da nova amnistia?

Será que o Estado Espanhol sente-se incapaz de impor os impostos a toda a sociedade?

Será que uma parte da sociedade espanhola só está disposta a pagar impostos quando se fazem amnistias com taxas impositivas inferiores?

 

Ou será que as arcas públicas espanholas foram deixadas tão vazias pelo anterior governo (PSOE), que o atual governo (PP) teve de inflectir drasticamente a sua visão sobre as amnistias fiscais para poder recompor as arcas rapidamente? (Ainda que às custas de uma injustiça fiscal…)

 

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Mexer com salários e carreiras de militares...

por Nuno Santos Silva, em 31.03.12

... costuma ser mal visto pelos próprios... if you know what I mean...

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Não é só na vida política portuguesa que há dissidências

por Nuno Santos Silva, em 31.03.12

Os bispos espanhóis condenaram o teólogo galego Andrés Torres Queiruga por este defender, entre outras coisas, que Deus é tão bom que não condena ninguém e que a ressurreição deveria ser vista de um ponto de vista mais simbólico que real.

Como cristão, adepto da Lei da Graça e não de Talião, estas condenações fazem-me confusão: prefiro um Deus infinitamente bom e misericordioso ao da aposta sádica com Satã, prefiro Quem me diz que a minha fé me salva, porque não esqueço que a fé já salvava antes da crucificação e da ressurreição.

Enfim, quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado (Lc18, 18), essa é que é essa...

 

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Brotes verdes

por Hilario Caixeiro da Cunha, em 30.03.12

Tenho entendido que historicamente, os primeiros sinais de recuperações económicas marcaram-se por subidas dos mercados capitais.

 

Esta semana chamou-me à atenção:

A) Que o prémio de risco da dívida pública Portuguesa está a cair

B) Que ontem e hoje foram anunciadas transações sobre 3 empresas do PSI-20 (Brisa, Galp e Cimpor).

 

Serão estes acontecimentos os primeiros sinais de recuperação económica de Portugal?

Não fosse o fato de a maioria do valor de empresa da Galp e da Cimpor estarem além fronteiras, diria com convicção que sim.

Assim sendo, apenas digo que provavelmente serão.

 

Oxalá que 2012 seja o ano de inflexão

 

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Portugal na bancarrota

por Nuno Santos Silva, em 30.03.12

«O filme que aqui se conta, começa, bem longe no tempo, com o Mestre de Aviz e a situação de quase-bancarrota a que o país chegou antes do início do processo de Expansão, no início do século XV. Mas, oficialmente, o primeiro incumprimento da dívida soberana só ocorreria em 1560; o último, no final da monarquia, acabou com uma reestruturação da dívida cuja negociação durou dez anos. Ao todo foram oito episódios que colocaram Portugal na galeria dos países com maior número de defaults até ao final do século XIX.

 

Pelo caminho morreu o capitalismo monárquico português que transformara o país numa placa mundial de reexportação e no primeiro império global em rede da história. O parto da economia liberal da geração de revolucionários de Oitocentos, que prometia um amanhã radioso, colocando no mundo um novo país industrializado no pelotão europeu da frente, soçobrou perante dois poderes fáticos que se casavam: os desígnios de um ecossistema financeiro que vivia do proteccionismo alfandegário e da alavanca do endividamento público, e as necessidades do Erário Régio – e depois do Orçamento de Estado – que dependiam como pão para a boca das receitas das alfândegas e dos empréstimos em Londres, Paris e Berlim.

 

Se há um padrão que se pode extrair desta história é que as bancarrotas e quase-bancarrotas entre 1544 e 1892 têm a ver com o esgotamento de ‘modelos’ económicos que dominaram a evolução do país ao longo de séculos. Um contágio vindo de fora, uma nova fase de globalização e uma crise financeira global funcionaram, depois, como gatilho

 

É o novo livro do Jorge Nascimento Rodrigues. Se for pelo menos tão bom como os anteriores será certamente um prazer lê-lo e um dever recomendá-lo.

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Os Intelectuais

por João Monge de Gouveia, em 30.03.12

No Wikipédia vem a definição de intelectual.

 

Neste partido existem 13 que fazem deste o seu modo de de vida.

 

Alguém me explica o que fazem realmente e quem os contrata?

 

A informação está aqui, ide procurar e ver que são homens e mulheres de várias idades.

 

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Mais importante que a disciplina de voto...

por Nuno Santos Silva, em 30.03.12

... é a vergonhosa possibilidade de abstenção nas votações na Assembleia da República.

Um representante da Nação, das duas uma: ou tem opinião, ou não pode continuar a ser deputado.

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Musica da Semana

por João Monge de Gouveia, em 30.03.12

A musica que colocamos esta semana, ilustra e bem a relação entre grande parte do Grupo Parlamentar do PS e Sócrates e o melhor é que é cantada em francês.

 

Esperemos que Sócrates já tenha feito o "Francês Técnico".

 

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"Aqui importa-se tudo. Leis, ideias, filosofias, teorias, assuntos, estéticas, ciências, estilo, modas, maneiras, pilhérias, tudo vem em caixotes pelo paquete. A civilização custa-nos caríssimo, com os direitos de Alfândega: e é em segunda mão, não foi feita para nós, fica-nos curta nas mangas..."
Eça de Queiroz, in Os Maias




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