Como podem verificar a Dra. Raquel - salvo melhort opinião, pouco ou nada produz para a riqueza do nosso País e pouco ou nada contribui para a diminuição do desemprego.
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OXFAM não é, a despeito das aparências, o nome de um medicamento para correcção de algumas afecções do trato intestinal, ou para regular o exsudato nasal. E menos ainda para combater a influência deletéria dos fungos nos espaços interdigitais. Nada disso: O que a OXFAM combate é a fome e a injustiça no Mundo. E para tanto tem delegações na Nova Zelândia ou em Espanha, nos Estados Unidos, Hong Kong e em muitos outros lugares. No seu corpus de embaixadores arrola gente como Baaba Maal, que não sei quem seja, mas também Scarlett Johansson, Colin Firth e outras luminárias do espectáculo, cujos méritos ninguém desconhece. Aparentemente, não tem Portugueses nos seus quadros dirigentes, uma grande injustiça em relação a Jorge Sampaio, que dava um presidente de comité ou embaixador de primeiríssima água.
Como não podia deixar de ser, as alterações climáticas são uma preocupação central, quer porque quando a água falta as pessoas morrem à sede, quer porque correm o risco de morrer afogadas na ocorrência de inundações. E os poderes públicos, entregues a si próprios, nem promovem a instalação de canalizações nem se certificam de que as fábricas de canos se abstêm de poluir, donde estas grandes desgraças.
Pois a OXFAM garante que "taxar paraísos fiscais daria para acabar com pobreza extrema no mundo". Com efeito, "contas desta organização não-governamental dizem que há 14 biliões de euros escondidos, que representariam uma receita fiscal de 120 mil milhões de euros".
A notícia não esclarece de que forma é que se podem taxar paraísos fiscais sem acabar com a soberania do Luxemburgo, Andorra ou Malta, só na Europa, por exemplo, e criar controlos de circulação de capitais em todo o mundo sem prejudicar o comércio e o investimento; como é que essas receitas fiscais chegariam aos pobres sem ficar mais de metade pelo caminho, em agências internacionais, e boa parte do resto na mão das oligarquias dos países pobres; como se evitaria a destruição de incipientes economias locais, obrigadas a concorrer com produtos a custo zero; e como é que 120 mil milhões resolvem de vez o problema da pobreza extrema, dado que, uma vez pilhados, os evasores fiscais não poderão continuar a produzir evasão, por diminuição de recursos e por não serem masoquistas.
Mas a ideia é bonita, o internacionalismo simpático, a companhia agradável e - vamos lá a ver, todos precisamos de viver - as gratificações decentes.
Agora falta passar à prática. E não referi Jorge Sampaio por acaso: é de uma pessoa assim, com rasgo, imaginação e discursos grandiloquentes em bom Inglês, que a organização precisa.
Com a Scarlett Johansson de um lado, e Colin Firth do outro, ouvintes não haveriam de faltar. E não é impossível imaginar que um mínimo de três toneladas de alimentos sempre haveriam de chegar aos pretinhos do Darfur, juntamente com uma revista da OXFAM a explicar em banda desenhada os malefícios das alterações climáticas e do capitalismo desregulado.
Segundo esta noticia do i, parece que Jorge Sampaio tentou liderar uma revolta no Conselho de Estado pedindo que o Governo se demitisse e fossem convocadas eleições.
Foi apoiado por Manuel Alegre e António José Seguro.
Ora, Sampaio continua a prestar-se a fazer favores ao PS em vez de pensar no País - o que fez quando demitiu um governo eleito em maioria - sendo este ex Presidente um dos responsáveis pela crise que atravessamos devia era estar sossegado em vez de fazer e dizer disparates.
Da mesma forma Manuel Alegre, cujo ódio de estimação por Cavaco é grande, só pensa neste ódio e no facto de ter perdido, por duas vezes, eleições presidenciais. Se os Portugueses quisessem a sua opinião tinham-no eleito, o que não fizeram.
Quanto a mim Alegre podia dedicar-se a escrever livros, em vez de fazer favores ao seu partido.
Quanto a Seguro, é o líder da oposição e faz o seu papel enquanto tal, mesmo que isso signifique prejudicar Portugal e os Portugueses.
A Raquel fez-se acompanhar de um Ipad no Prós & Contras... Suponho que a Raquel não saiba, mas o Ipads são produzidos na China!!! Sim, são produzidos numa fábrica na China que paga $17 por dia a trabalhadores que trabalham 6 dias por semana, 12 horas por dia. O que dá $1.42 ou €1.10 por hora...
Se temos a coragem para atacarmos jovens empreendedores afirmando que não têm dignidade moral por vender T-Shirts produzidas por trabalhadores que recebem o salário mínimo. Também não devia comprar produtos de empresas que produzem os seus produtos em países onde os salários dos trabalhadores são ainda mais vergonhosos que em Portugal.
Haja coerência! Seja séria!
João, a Raquel tem razão quando diz que o salário mínimo é uma vergonha. É verdade!
Mas também é uma grande verdade, que é melhor receber o salário mínimo do que estar no desemprego ou mais digno receber o salário mínimo do que viver à conta de terceiros.
E isso, é o que uma parte da nossa sociedade tem uma grande dificuldade em entender.
O Francisco tem toda a razão no post dele aqui em baixo.
Eu, depois de ver o video que o Francisco colocou, fiquei profundamente chocado com o que esta senhora fez e disse. Sendo que já tinha ficado quando vi o video que agora coloco.
O rapaz que falou - julgo chamar-se Martim - tem apenas 16 anos, e com 15 criou uma marca de roupa.
Com esta sua criação, e o seu empreendorismo, o Martim dá trabalho a uma fábrica situada em Portugal e consequentemente contribui para a criação de emprego no nosso país e para o não aumentar de um desemprego cada vez mais preocupante.
Claro que pode ser o salário mínimo, mas ao menos há emprego e a fábrica tem mais um cliente e não é um caso para uma investigadora de uma qualquer universidade ir estudar.
Pelo contrário, a senhora que o interrompeu tentando colocar em causa o seu trabalho, primeiro perguntando se a roupa era feita na china e depois pelo salário dos trabalhadores, o que produz? que empregos cria?
No se curriculum tem apenas uns estudos sobre os partidos comunistas europeus e pouco mais.
Aliás é tão curioso que até o vou transcrever tal como está:
Por mim gostava de ter em Portugal mais pessoas como o Martim que criam negócios e fomentam trabalho e exportações, ajudando com o seu empreendedorismo a criar emprego e consequentemente Portugal e menos pessoas que no seu curriculum têm pouco mais que estudos e investigações sobre comunismo e sobre o 25 de Abril de 74, e que pertencem e presidem a umas comissões e institutos com nomes pomposos e que no fundo somos nós que lhes pagamos o salário para produzir muito pouco.
E agora que a venha a esquerdalha do costume, dizendo que eu, que sou a favor da criação de emprego e dos trabalhadores - o que se conclui na leitura deste post - dizer que estou errado.
Aqui fica o momento em que o Martim de 15 anos que anda na escola, calou a sra. Dra. com 34 que ainda invesiga umas coisas pela universidade.
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